Sustentabilidade
PROJETO DE SUSTENTABILIDADE CORAÇÃO VERDE
É inquestionável o relevante papel que Eletrodos representam, para as áreas da saúde – médica e veterinária.
Os Eletrodos podem ser definidos como dispositivos capazes de captar sinais elétricos fisiológicos, ou também capazes de transmitir impulsos elétricos, oriundos de geradores externos ou implantáveis.
Suas características e qualidade afetam diretamente o desempenho dos modernos equipamentos eletromédicos existentes.
Os Eletrodos convencionais são basicamente constituídos por um corpo de espuma impregnado de adesivo, onde se agregam um pino e contrapino metálicos tratados quimicamente e, envoltos em um gel eletricamente condutivo.
São produtos importados, na sua quase totalidade. Números confiáveis indicam que no Brasil são utilizados cerca de 20 milhões de eletrodos descartáveis por mês.
Nossos produtos inovadores – Eletrodos Reaproveitáveis MELCTEC – podem ser descritos e apresentam as seguintes características particulares abaixo listadas, que os diferenciam dos demais existentes no mercado mundial:
- Sensores de membrana atóxica, ovais ou circulares, finos, flexíveis, de melhor ajuste anatômico e isentos de metais, o que os tornam radiotransparentes, e compatíveis com equipamentos de ressonância magnética e tomografia,
- Baixa impedância elétrica do conjunto sensor mais pasta condutiva, com linha de base de ECG estável e baixos níveis de ruídos e artefatos,
- Apresentação de tamanhos universalizados, pela utilização de discos adesivos de TNT – tecido não tecido, o que os tornam aplicáveis para neonatos, crianças e adultos,
- Possibilidade de redução de custos e número de eletrodos utilizados em UTI e clínicas especializadas, pela troca apenas dos discos adesivos e, manutenção dos sensores por longa permanência, sem prejuízo aos protocolos rotineiros de higienização,
- Fáceis ações de limpeza e desinfecção, que contribuem para a redução de riscos de contaminações cruzadas. Também permitem a esterilização – por parte dos Usuários, se necessária – através da exposição ao Cobalto 60 – Raios Gama,
- Embalagem de BOPP do tipo barreira, metalizada e reciclável,
- Permitem ações de sustentabilidade e importantes reduções de resíduos sólidos e lixo hospitalar e clínico,
- Produtos em conformidade com as normas técnicas nacionais e internacionais existentes,
- Produtos associados a um programa de bonificação para eletrodos inservíveis: coleta e troca para cada Usuário, com o uso de caixas de coleta especialmente desenvolvidas para estas finalidades.
Os 20 milhões de eletrodos descartáveis por mês no Brasil representam em um ano, uma massa de aproximadamente 400 toneladas de resíduos sólidos – o equivalente a 40 caminhões carregados – que após uma única utilização normal são encaminhados aos aterros sanitários especializados na coleta de lixo hospitalar ou mesmo incinerados, procedimento este, que gera poluentes lançados ao ar, com a formação indesejada do gás CO2.
No Projeto de Sustentabilidade, que denominamos “Projeto Coração Verde”, estes resíduos são recolhidos em caixas coletoras adequadas, e são destinados de volta à nossa Fábrica. Lá, recebem um tratamento de reprocessamento, quando possível. Finalizando, eles podem ser reencaminhados para uma nova embalagem.

Também as embalagens de Polipropileno Biorientado (BOPP) são recicláveis e têm valor de mercado, a partir de 200 kilogramas.
A Bonificação na troca de eletrodos inservíveis, pagáveis em Produto Novo, permite que eventuais custos adicionais, principalmente fretes rodoviários, sejam plenamente compensados.
Finalmente, nossos Produtos surgem em um instante de real importância com a vigência da chamada Lei dos Resíduos Sólidos que estabelece que os Fabricantes e a Sociedade têm a responsabilidade social pela formação de resíduos sólidos.
Em outras palavras, o Fabricante deve preservar o meio ambiente dos impactos ambientais causados pelos seus Produtos.
BONIFICAÇÃO
O “Projeto Coração Verde” de Sustentabilidade contempla um Plano de Bonificação.
Os Eletrodos Reaproveitáveis MELCTEC não formam resíduos sólidos, pois quando inservíveis, são recolhidos através de Caixas de Coleta e então Reprocessados, e reembalados quando possível.
O volume recolhido é quantificado e, um “Bônus” é pago ao Usuário Final em Produto Novo, para amortizar possíveis Custos de Operação e Frete.



